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A fava (Vicia faba L.), pertencente à família Fabaceae, é uma leguminosa de origem mediterrânica e do Sudoeste Asiático. Foi uma das primeiras espécies domesticadas na região, difundindo‑se posteriormente por toda a Europa, Norte de África e Ásia Ocidental.
A fava é cultivada para consumo humano e animal, destacando‑se pelo elevado teor proteico e pelo papel relevante na rotação de culturas devido à fixação biológica de azoto. Tem importância crescente em sistemas agrícolas sustentáveis e em mercados de leguminosas secas e frescas. Países como China, Etiópia, Reino Unido, França e Egito são grandes produtores.
Planta anual, ereta, com caule quadrangular e pouco ramificado. As folhas são compostas, paripinadas, com folíolos ovais. As flores são grandes, brancas com manchas negras, típicas da espécie. As vagens são alongadas, contendo sementes grandes, achatadas e de coloração variável. O sistema radicular é profundo e associado a nódulos fixadores de azoto.
Adapta‑se bem a climas temperados frescos, tolerando baixas temperaturas durante o desenvolvimento vegetativo. Prefere solos profundos, argilo‑arenosos, férteis e bem drenados. É sensível ao encharcamento prolongado e a solos muito ácidos. Necessita de boa disponibilidade hídrica, sobretudo na floração e enchimento das vagens.
Inclui a escolha de variedades adaptadas e tolerantes a doenças, sementeira em solos bem drenados, rotação de culturas com intervalos adequados, controlo de infestantes, monitorização regular de pragas e doenças, e práticas que favoreçam a fixação de azoto. A rega deve ser equilibrada, evitando encharcamentos. A colheita deve ser realizada no estádio adequado ao destino (fresco ou seco).
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Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).
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