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A cenoura (Daucus carota subsp. sativus) é uma planta herbácea bienal da família Apiaceae, originária da Ásia Central e posteriormente difundida pela Europa e Mediterrâneo. É cultivada globalmente como hortícola de raiz, sendo uma das culturas mais importantes em horticultura intensiva.
A cenoura é amplamente consumida em fresco, processada, congelada ou transformada. Tem elevado valor comercial, sendo essencial na cadeia hortícola pela sua versatilidade, conservação e procura constante. É também relevante na indústria alimentar e na exportação.
Planta bienal cultivada como anual. A raiz é tuberosa, rica em carotenoides, com coloração variável (laranja, roxa, amarela, branca). As folhas são compostas, finamente divididas, formando uma roseta basal. A inflorescência é uma umbela composta típica das Apiaceae. O sistema radicular é pivotante, sensível à compactação e à má drenagem.
Prefere climas temperados frescos, com temperaturas ótimas entre 15–22 °C. Desenvolve‑se melhor em solos soltos, profundos, arenosos ou franco‑arenosos, bem drenados e com pH entre 6,0 e 7,0. É sensível à compactação, pedregosidade e encharcamento, que provocam deformações radiculares. Requer boa disponibilidade hídrica, sobretudo na fase inicial e no engrossamento da raiz.
A gestão inclui rotação de culturas, utilização de sementes certificadas, preparação adequada do solo, densidade de sementeira ajustada e fertilização equilibrada. A monitorização de mosca‑da‑cenoura e alternariose é essencial. A colheita deve ser realizada quando as raízes atingem o calibre comercial, seguida de lavagem e armazenamento em condições frescas e húmidas para prolongar a conservação.
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Poderá utilizar o cartão de outra pessoa, desde que a mesma se responsabilize pela aplicação do tratamento.
Consulte aqui a Lei n.º 26/2013 de 11 de abril (Distribuição, venda e aplicação de produtos fitofarmacêuticos).
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